Wednesday, December 09, 2009
Friday, September 25, 2009
Blu
Vídeos do artista (coletivo?) Blu: animações que misturam stop motion e grafite - um trabalho do cão.
O primeiro trabalho é mais recente, em colaboração com David Ellis - logo abaixo, o primeiro vídeo, que já rodou a internet.
Depois, um curta animado, do mesmo autor - bacana também, mas sem o mesmo impacto da técnica dos dois primeiros.
Para mais detalhes, acesse http://blublu.org
O primeiro trabalho é mais recente, em colaboração com David Ellis - logo abaixo, o primeiro vídeo, que já rodou a internet.
Depois, um curta animado, do mesmo autor - bacana também, mas sem o mesmo impacto da técnica dos dois primeiros.
Para mais detalhes, acesse http://blublu.org
COMBO a collaborative animation by Blu and David Ellis (2 times loop) from blu on Vimeo.
MUTO a wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.
Thursday, September 24, 2009
Friday, August 14, 2009
dreaming building
sensacional animação em fachada de edifício produzida pela Urbanscreen http://www.urbanscreen.com
Wednesday, August 12, 2009
propagando
Vixi, não lembro mais quais eram os tempos idos, mas lá pra 2001, 2002 tá bom. Foi minha conclusão de curso em Design Gráfico no Senac, e à época decidi por um trabalho pautado em intervenção urbana. O trabalho chamava-se "Propagando", e deu título a este blog, apesar de só agora aparecer por aqui.
Como proposta, pretendia "atacar" placas imobiliárias, sob o pretexto de que eram um tipo de comunicação ilegal e que, em certos casos, quando mal aplicadas, atrapalhavam a circulação de pedestres e a visão de motoristas (para quem não se lembra, essas placas eram aquelas que ficavam apoiadas em postes e placas de sinalização, indicando oportunidades de compra de imóveis nos arredores). Pois bem, antes mesmo da conclusão da primeira parte de meu TCC - que foi dividido em dois semestres, entre conceituação e aplicação - as tais placas foram proibidas. Fiquei feliz por um lado, pois meu trabalho já dava frutos - a idéia era extamente chamar a atenção para a ilegalidade deste horrendo e disfuncional formato de mídia -, e frustrado por outro, pois os suportes para as peças (seriam cartazes desde o início) que começavam a tomar forma, haviam sido tirados de circulação da noite para o dia.
Num manejo rápido, decidi então por "atacar" os abrigos de pontos de ônibus, por entender que uma peça de mobiliário urbano daquele porte poderia, ao invés de apenas conter mensagens publicitárias, funcionar como uma plataforma de utilidade pública, contendo mapas dos arredores ou itinerários das linhas que por eles passavam, por exemplo (infelizmente, ainda hoje, apenas poucos destes abrigos contém algum tipo de informação útil sobre os itinerários, o que é uma pena).
Foi um processo tortuoso e cheio de incertezas, mas ao final, acabei passando - e bem - pela banca examinadora. O resultado pode ser conferido pelas fotos abaixo. Há também um vídeo com as cenas do ataque. Agradeço aos camaradas André Salerno (aplicação), Antonio Brasiliano (fotos) e Bernardo Goys (filmagem).




Como proposta, pretendia "atacar" placas imobiliárias, sob o pretexto de que eram um tipo de comunicação ilegal e que, em certos casos, quando mal aplicadas, atrapalhavam a circulação de pedestres e a visão de motoristas (para quem não se lembra, essas placas eram aquelas que ficavam apoiadas em postes e placas de sinalização, indicando oportunidades de compra de imóveis nos arredores). Pois bem, antes mesmo da conclusão da primeira parte de meu TCC - que foi dividido em dois semestres, entre conceituação e aplicação - as tais placas foram proibidas. Fiquei feliz por um lado, pois meu trabalho já dava frutos - a idéia era extamente chamar a atenção para a ilegalidade deste horrendo e disfuncional formato de mídia -, e frustrado por outro, pois os suportes para as peças (seriam cartazes desde o início) que começavam a tomar forma, haviam sido tirados de circulação da noite para o dia.
Num manejo rápido, decidi então por "atacar" os abrigos de pontos de ônibus, por entender que uma peça de mobiliário urbano daquele porte poderia, ao invés de apenas conter mensagens publicitárias, funcionar como uma plataforma de utilidade pública, contendo mapas dos arredores ou itinerários das linhas que por eles passavam, por exemplo (infelizmente, ainda hoje, apenas poucos destes abrigos contém algum tipo de informação útil sobre os itinerários, o que é uma pena).
Foi um processo tortuoso e cheio de incertezas, mas ao final, acabei passando - e bem - pela banca examinadora. O resultado pode ser conferido pelas fotos abaixo. Há também um vídeo com as cenas do ataque. Agradeço aos camaradas André Salerno (aplicação), Antonio Brasiliano (fotos) e Bernardo Goys (filmagem).



Friday, July 17, 2009
Subscribe to:
Posts (Atom)

