A ideia partiu de um jogo de
carretéis de fios (não sei se são chamados assim, são uns carretéis utilizados para enrolar fios elétricos de maior espessura empregados em grandes empreendimentos) que meu sogro viu sobrando em uma obra que gerenciava e pegou para mim.
O trabalho consistiu em desmontar (as madeiras do miolo viraram prateleiras), lixar, dar um trato nas partes mais machucadas da madeira, passar seladora e arrumar uns pés para as peças.
Fiz primeiro todo o processo com a madeira, e deixei as rodelas só esperando pelos pés. Passando por uma caçamba perto de casa encontrei duas cadeiras de plástico descartadas. Não deu outra: recolhi as cadeiras, destaquei os pés de metal, serrei algumas partes e dei um jeito de encaixar nos tampos. Pronto, criados-mudos à moda guerrilha.
Abaixo, fotos do processo, com os comentários a cada etapa.
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| Peças originais. |
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| Peça da esquerda já lixada, em comparação com a crua. |
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| Detalhe. |
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| À esquerda, com uma demão de seladora, em comparação com a peça crua. |
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| À esquerda, lixada, com uma demão de seladora. À direita, já com duas demãos. |
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| Cadeiras desmontadas, pés serrados, separados e lixados. |
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| Detalhe da cor original dos pés, lixados até o metal. |
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| Ferramentas. |
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| Pés unidos para fazer a base + proteções de borracha para as terminações. |
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| O próprio parafuso que unia as rodelas deu firmeza aos pés. |
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| Parafusos fixam os pés diretamente na madeira. |
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| Peças prontas + sobra de material. |
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| Peças prontas. |
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| Peça pronta, no destino final. |
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| Peças prontas, no destino final. |
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